
Após uma manhã de praia na Lagoa de Canoa, fomos ao Porto Canoa dar um mergulho na piscina e tomar uma cervejinha. Ao chegar, um Opala branco (foto abaixo) com possantes alto-falantes no porta-malas divulgava forrós ordinários ("o pinto do meu pai e a galinha da vizinha", ou algo assim) no volume máximo a quem estivesse interessado, ou não, em ouvir. O nível da freguesia você pode apreciar na foto número 2. Não havia mesa livre. Havia até faroreiros! Na barraca grande, atrás da piscina, um grupo bastante numeroso levou até garrafas térmicas com as bebidas de sua preferência, e geladeiras com comida. Vários caminhões Scania, daqueles bem grandes, no estacionamento.
Consideramos totalmente inaceitável que a gerência do estabelecimento permita este tipo de situação. Se queremos ouvir forró, vamos no Clube do Vaqueiro, ou em qualquer outro lugar. Mas ouvir música quando não estamos interessados, num estabelecimento privado, de jeito nenhum.
Fomos novamente no dia 5 de Janeiro; não tinha quase ninguém. Nem sinal dos farofeiros. Tomamos banho na primeira piscina, que fica antes da danceteria; deliciosa. Não usamos o serviço de praia (que só atende a segunda piscina).
|
O Opala divulgando forró ordinário |
|
| A freguesia curtindo o serviço de praia do sofisticado Porto Canoa, da rede Best Western |
|
A piscina; ao fundo à esquerda, a barraca dos farofeiros |