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Uma viagem
visual de Canoa Quebrada até Ponto Grossa
Contratando um guia
Ao entrar na rua principal de Canoa Quebrada você vai ver
um local de informações. Frente ao local ficam os guias (foto); se você não conhece o
lugar, e não têm muito tempo, não duvide: contrate um deles. As atrações são tantas
e tão bonitas que perdé-las após viajar tanto tempo seria quase um crime. Os guias
oferecem seus serviços tanto alugando seus próprios buggies quanto acompanhando-o no
veículo que você estiver dirigindo.
Há dois tipos de guias: os da Associação de Bugreiros de Canoa Quebrada (ABCQ),
cadastrados na Secretaria de Turismo, são, segundo Ivan, presidente da associação,
profissionais qualificados, pagam impostos e oferecem conhecimento e segurança ao
turista. Há também guias "autônomos" bastante simpáticos, com os quais é
possível negociar um preço mais camarada. Segundo a ABCQ, alguns destes guias não tem
nem carteira de motorista. Confira.
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| Guias autônomos |
Guias da ABCQ |
Passeios
Os guias oferecem basicamente dois passeios: Ponta Grossa e
Dunas. O primeiro leva aproximadamente três horas. Nem pense: faça-o. Poucas vezes você
verá praias tão bonitas. Se por qualquer motivo você não dispõe de tanto tempo, faça
o passeio das Dunas, que leva de uma hora a uma hora e vinte (se você foi ou vá em
Cumbuco não vá no ski-bunda e fique mais tempo nas lagoas de água doce). Em Janeiro de
1999 o passeio para Ponta Grossa, indo no buggy do guia, custava R$ 20,00 por pessoa
(levando quatro pessoas) ou R$ 60,00 o casal. O preço do passeio das dunas, no buggy do
guia, é de R$ 12,00 por pessoa (levando quatro pessoas) ou R$ 30,00 o casal. Já no seu
próprio carro, a ida a Ponta Grossa custa R$ 35,00 e às dunas R$ 25,00. Se bem que o
passeio de buggy é muito mais emocionante, não parece ser necessário nenhum tipo
especial de carro para realizar o passeio. Os guias têm um álbum de fotos com vários
tipos de carro (até Topics) no meio das praias mais paradisíacas, nas quais você
pensaria que vai atolar. Mas tenha MUITO cuidado: nós presenciamos muitos veículos
atolar, principalmente na praia conhecido como Lagoa de Canoa, entre Canoa e Porto Canoa.
Lá a areia é muito fofa, e se bobear atola. Se ainda dispor de mais tempo (e dinheiro)
negocie a ida até Icapui, quase na fronteira com Rio Grande do Norte. Vale a pena. Praias
muito bonitas (Tremembé é fantástica), com
abundância de coqueiros. E ainda você verá refletido, na população local, o resultado
da colonização holandesa.

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Entrada de
Canoa, quando (infelizmente?) não tinha estrada asfaltada.
Junto ao buggy, o produtor do site. |

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A praia de
Canoa Quebrada, com jangadas que você pode alugar para dar um passeio pelo mar. |

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Canoa vista
de Porto Canoa, na praia conhecido como Lagoa de Canoa. E aqui que no passeio das Dunas o
buggy vai parar para você tirar foto. Mas o negócio é curtir a praia lá embaixo (foto
a seguir). |

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A praia antes
de chegar a Porto Canoa, uma parada quase que obrigatória na praia que muitos conhecem
como Lagoa de Canoa para um banho refrescante. |

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Rumo à
Majorlândia praias incríveis para você curtir. A casa da atriz Florinda Bolkan (uma das
atrações do lugar) fica aqui. |

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A praia de
Majorlândia. Uma cervejinha nas várias barracas de praia, acompahada de um peixe
rigorosamente fresco, vai bem. Sábado e Domingo nem pensar; é lugar de farofeiro.
Prefira Quixaba, a próxima praia: farofeiros mais sofisticados, e em menor número. E
não dá para passar pela praia. Mas indo por dentro de Canoa sai do outro lado das
barracas (o caminho é bastante complicado) e aí dá para seguir. Caranguejo? Esqueça,
dificilmente encontrará caranguejo nestas praias. Mas o peixe é tão fresco que compensa
qualquer coisa. |
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Alguns quilômetros após
Quixaba, formações espetaculares nas dunas.
Clica na foto acima para ver a amplicação. |
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| Algumas léguas depois, a praia
de Refuginho. |
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| Mais adiante, Refúgio Grande.
Se gosta de primitivismo levado ao extremo, um pescador oferece alojamento. |
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| Após Refúgio Grande, uma
visão de Ponta Grossa já em mais perto. |

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Finalmente,
Ponta Grossa. Subir a duna, além de um excelente exercício físico, proporciona uma
vista indescritível. |

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CUIDADO: Se você alugou um buggy e quer
continuar além de Ponta Grossa inevitavelemente vai ter de passar por esta praia. Só vai
conseguir com a maré certa e sendo bugreiro muito fera; a trilha de buggy é
estreitíssima e o risco de bater nas pedras é muito alto. Se você não têm muita
experiência dirigindo buggy desista. |
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| Mas se você continuar lugares
fantásticos esperam por você, como estas cavernas à beira mar. |
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| Mais adiante, chegas-se à
Praia de Redonda. Na foto à esquerda, olhando sentido Fortaleza. A foto à direita,
olhando sentido Rio Grande do Norte. Exatamente neste local (veja, na foto da direita,
nosso buggy na aréia) há uma lojinha, na casa de um nativo, onde são vendidas versões
em escala de barcos. Preços um tanto salgados (R$ 50,00 a peça) e não achamos as peças
grande coisa (comparadas com os trabalhos similares que você encontra no porto de Santos,
por exemplo). |
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| Continuando a viagem, chegamos
à Praia de Barreiras, vista na foto acima (tirada em direção a Fortaleza). |
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| A partir de Barreiras não é
mais possível continuar pela praia. Deve-se pegar a estrada (foto acima) em direção a
Icapui. |
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| Eis a entrada de Icapuí. No
centro, a estrada, que vem desde Aracati. |
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